A autonomia do estudante envolve participar das situações escolares, expressar preferências, fazer escolhas e tomar iniciativas com os recursos e apoios necessários. Não significa realizar tudo sozinho nem deixar de receber ajuda.

Priscila Boy orienta a permitir que o estudante tente antes de fazer por ele, sempre que isso for possível e seguro. Na prática, esse princípio exige observar a possibilidade de tentativa, respeitar seu tempo e oferecer suporte quando a dificuldade impedir uma participação segura e digna.

Responder sempre pelo estudante ou antecipar todas as ações pode diminuir oportunidades de iniciativa. O apoio deve ser ajustado às necessidades observadas, sem retirada abrupta de assistência ou de recursos de acessibilidade. O objetivo é ampliar a participação, não provar independência.

Entenda como oferecer apoio sem substituir a iniciativa do estudante

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